O poema só nasce onde quer
Como um pé de fiolho,
é pura emoção selvagem ...

sábado, 14 de maio de 2011

Entardecer




Deito-me no silêncio
deste breve entardecer
Olho o teu corpo
em promessas de infinito
Trepo tremendo
...em ânsias de me prender
E delicio-me
com o enamoramento de palavras
deslizando no rio

Teresa Almeida 10.04.11

4 comentários:

  1. É duma harmonia perfeita. Palavras, foto, cadencia do POEMA. Começo a ficar teu fã.
    Parabens
    Beijinhos
    Ricardo

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  2. É um momento de encanto que nos põe a escrever. Com as tuas palavras, este entardecer ganha brilho! Gosto Ricardo.
    Beijinhos
    Teresa

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  3. Bom, a ver se vou reservando um tempinho para o blogue da minha amiga Teresa: acho que não tinha lido este em lado nenhum...
    Um poemeto de uma interioridade plena de sensibilidade "atrevida", entrosada nas belas metáforas...O casamento poético entre almas (a da pessoa e a da natureza)!
    Bjuzzz de água! :)

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  4. Odete, gosto deste tempinho de partilha. As palavras vão-se entrecruzando e até parece que saltam e ganham lucidez! E como eu gosto deste casamento poético!
    Bjuzz de água!:)

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