O poema só nasce onde quer
Como um pé de fiolho,
é pura emoção selvagem ...

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Por amor, voltei




Houve um sonho em que
duma dura realidade me evadi
O sentido da minha vida
convosco, à beira-mar passeava
No infinito
acarinhava os vossos passos
e, naquele limbo
uma paz imensa consegui
porque eu vos amava
Meu Deus, como lutei
por essa paz que em sonhos almejei
Mas o apego era tanto
que de amor acordei

Essa experiência não poderei esquecer
é chegada a hora de a escrever
porque do sonho escapei
e porque vós quisestes
a casa voltei

Teresa Almeida 25-07-2011

4 comentários:

  1. Volta-se sempre por amor, seja ele de que natureza for...
    Bela narração vivencial, Teresa,
    Bjuzzz :)

    ResponderEliminar
  2. E muito amiga, vivenciado!
    Obrigada pela visita.
    Beijinhos Odete.

    ResponderEliminar
  3. Me senti transportada a um sonho particular..Até a pintura com as suas flores de cores vivas!!Tudo o que se pode fazer por amor..até voltar,ou retornar..beijo amiga Teresa

    ResponderEliminar
  4. Inês, a tua presença valoriza este meu cantinho. Obrigada.
    Um grande abraço.
    Teresa

    ResponderEliminar