O poema só nasce onde quer
Como um pé de fiolho,
é pura emoção selvagem ...

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

O teu olhar de veludo


Queria ser a fragância que desperta

com a brisa matinal
 e em ti se aninha


Queria ser a nota musical
que em ti tocou
 e raiz ganhou


Queria ser o arrepio
que te percorre a espinha
e o teu corpo desalinha

Queria  mais que tudo

acender a centelha

do teu olhar de veludo

Teresa Almeida  29-09-2011

6 comentários:

  1. Obrigada Maria, fico contente.
    Volta sempre.:)

    Um xi coração

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  2. Um belo convite ternurento que deseja ir mais além. Só recusa quem for insensível :) Belo!
    Bjuzzz, amiga

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  3. Bem hajas por deixares aqui gravado o teu belo olhar.

    Um Xi coração amiga.

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  4. Pronto. E eu não digo? É o que faz "falar" antes do tempo...
    Lá vou ter que dizer de novo. Estou perante um dos teus melhores Poemas (se não mesmo o mais bonito...).
    Teresa. Quedo-me no toque de veludo que das tuas palavras saem (quentes e macias, quase azuis...).
    Parabéns Poetisa. Beijinhos

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  5. Palavras aveludadas são as tuas poeta.
    Obrigada.
    Um xi coração.

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