O poema só nasce onde quer
Como um pé de fiolho,
é pura emoção selvagem ...

sábado, 15 de outubro de 2011

Lagoaça cheira a flor de laranjeira

                                                                     É da assomada que o precipício se desenha
e a beleza arrepia

Profundo, largo e imponente
é o Douro lagoaceiro

Entre íngremes montanhas
espraia-se sorridente

É uma força que a luz acende
e pinta de um verde sedutor
a folha da oliveira

Há uma fragância que sobe as arribas
é de flor de laranjeira

Teresa Almeida 15-10-2011

4 comentários:

  1. Olá Teresa
    Lagoaça que me espere! Já tenho uns dias em Dezembro para me "saciar" de beleza. Está marcado. Nem que chova...
    Um beijinho

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  2. E a assomada à tua espera!
    Já te estou a ver lá sentado a escrever...
    Nem que chova...
    Beijinhos Ricardo.

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  3. Deliciosa assomada de poesia.Toca na alma transmontana! Parabéns.

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  4. Bem-vindo Olhapim.
    Ainda bem que te assomaste aqui.
    Grande abraço.

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