O poema só nasce onde quer
Como um pé de fiolho,
é pura emoção selvagem ...

quinta-feira, 27 de outubro de 2011



Levantei-me hoje cedo
E no leito do rio havia
Um tecido de cambraia
que a luz refletia
Cortei o melhor bocado
E vesti-me de poesia


Teresa Almeida 02-03-2011

6 comentários:

  1. E que bem que te fica essa roupa de cambraia bordada de poesia...
    Acho que esgotei as palavras "gordas" para demonstrar o quanto gosto de te ler...
    Beijinhos Teresa

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  2. É um verdadeiro encanto o rio Douro em Candedo, Freixo de Espada à Cinta. Paisagem inesquecível!
    Uma beleza de excessos, como diria Miguel Torga.

    Obrigada Ricardo.
    Beijinhos

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  3. E que riqueza de roupagem fina,translucida e brilhante poéticamente aderida ao teu rio...Maravilhoso!!!jinho Teresa

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  4. A roupagem com que vestes as tuas ideias também me agrada muito.
    jinho Inês

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  5. Para mim, e modestamente, este teu poemeto resume bem o que é a Poesia, minha amiga Teresa. Além da metáfora, a construção; além desta, o espírito.

    Sublime em sua simplicidade. Parabéns, querida amiga!

    André

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  6. E as tuas palavras, André, sublinham o meu poemeto de forma primorosa. Quanta luz!
    Beijo meu.

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