O poema só nasce onde quer
Como um pé de fiolho,
é pura emoção selvagem ...

domingo, 9 de outubro de 2011

Morar no teu sorriso


O meu Livro


Abri o peito, soltaram-se luas,
Mordi os lábios e beijei a dor.
Toquei as mãos de dedos nuas
Bebi em ondas o meu suor.

Arranhei a alma, escrevi na pele,
Parti os olhos para não ver.
Comi despojos a saber a fel,
Morri assim por não te ter.

Acordei do sonho, nasceu o sol
Encurtei distâncias, fiz-me mar.
Eu fui veleiro, tu o farol,
No teu sorriso quero morar.

5 comentários:

  1. Teresa.
    Eu não mereço destaques. Não tenho tamanho suficiente para subir ao trono onde moram as palavras que não sei inventar.
    Canto tão somente o Mar e a paixão que em cada dia se renova num sorriso, num olhar, no calor dum abraço.
    Mesmo assim, envergonhado, agradeço teres tido a coragem de publicar os meus versos.
    Obrigado e beijinhos

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  2. "Canto tão somente o Mar e a paixão que em cada dia se renova num sorriso, num olhar, no calor dum abraço."

    É para mim um enorme privilégio ouvir a tua canção que, em ondas de poesia, vem abraçar este meu cantinho.
    Obrigada Ricardo.
    Beijinhos

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  3. Cara amiga: fizeste muito bem em teres postado um poema do Ricardo. Escolheste esse, um outro qualquer faria o mesmo belo efeito. Conheço-o e devo-o ter comentado...
    Quanto a ti, Ricardo, não sejas tão modesto...
    Bjuz, meus amigos :) :)

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  4. O Ricardo encantamo-nos com as melodias de um mar que lhe pertence...
    Bjuzz amiga Odete,
    volta sempre!:)

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  5. Belissimo...os cantos ao mar do Ricardo sempre sao de embalo...gostei muito!!!

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