O poema só nasce onde quer
Como um pé de fiolho,
é pura emoção selvagem ...

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

COMO SE ETÉREA EU FOSSE

E eu deslizo
com se etérea eu fosse
em silêncios de palavras infinitas

procuro-te em estradas
no firmamento traçadas
diluídas em mil sóis de penumbra

a penumbra do balanço à vida

e deslizo
como se etérea eu fosse
sobre mares imensos de beleza tranquila

respiro a luz das tuas palavras
como se manhã me fizesse.

Teresa Almeida 12. 01.2012
Porto

2 comentários:

  1. Um balanço ou uma procura de infinito?
    Em todo o caso, bebes palavras e dás-te ao dia!
    Alguma nostalgia, também!
    Belo!
    Bjuzzz, amiga Teresa :)

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  2. Belíssimo o teu comentáro querida poetisa.
    Revejo-me nas interrogações que colocas.
    Bem hajas.

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