O poema só nasce onde quer
Como um pé de fiolho,
é pura emoção selvagem ...

sexta-feira, 13 de abril de 2012

A Ponte Nova

Paraste o carro em cima da ponte nova, muito falada.
Conhecia-te há pouquíssimo tempo
e sentia que esse tempo bastava.
Mesmo sentado, o teu corpo era atlético, o sorriso sedutor
 e o olhar dizia tudo. Mesmo assim, disseste.
Sentia-te. Poderia ter esquecido as palavras
e lembrar só os lábios, mas sei as palavras todas.
Meti-me na concha, não avancei.
Já ninguém fala na ponte.
Será que te lembras?
Sabes que poderia ter sido o meu primeiro beijo?

Teresa Almeida

7 comentários:

  1. lindo Teresa...amei..boa semana querida amiga..bj

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  2. Gosto que passes por aqui Quim.
    Beijinhos.

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  3. Não me digas que esse não beijo aconteceu em cima da ponte da Arrábida...
    O teu poema conta uma história e, só por isso, já vale a pena lê-lo. E gostei.
    Beijos, querida amiga.

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  4. Querida amiga Teresa, bom resto de domingo e boa semana.
    Beijos.

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  5. Obrigada Nilson
    Gosto da ponte e da cidade! :)
    Que na tua semana não falte a poesia!
    Beijinhos.

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  6. "Senti" a emoção. Sinal de que soubeste tocar...
    Bjuzz, amiga :)

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  7. Obrigada amiga Odete pelo teu toque tão positivo!

    Bjuzz.

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