O poema só nasce onde quer
Como um pé de fiolho,
é pura emoção selvagem ...

terça-feira, 29 de maio de 2012

AZUL INFINITO

Guardo no olhar o azul infinito da clareira
E o verde pinho das agulhas dos pinheiros
De areia era o chão que até ao mar se estendia
E salgado era o sabor que a tua boca me trazia

São de maresia os perfumes que me embriagam
E húmidas as brisas que me eriçam a pele
Os teus braços aquietam ondas bravias
E os búzios escondem rumores de poesia

Teresa Almeida

2 comentários:

  1. O mar inspirador deste apurado sentido poético. Lindo!
    Bjuzz, querida amiga :)

    ResponderEliminar
  2. O mar não tem limites.:) A atracção é permanente.

    Bjuzz, querida amiga.

    ResponderEliminar