O poema só nasce onde quer
Como um pé de fiolho,
é pura emoção selvagem ...

sábado, 1 de dezembro de 2012

As janelas da noite


Possuídos de íntima sedução 
forçámos as janelas da noite
e abraçados à lua
deixámo-nos encaminhar                                
pela sonoridade do verso
dedilhado nas cordas do coração      

Atravessaste as estrelas
e vieste oferecer-me a alegria
que se levantava no teu olhar
feito lampião
estendeste-me um luar de poesia
e nesse dia as palavras não se deitaram
no vazio do esquecimento

acordaram o que de melhor em nós havia
na cumplicidade poética do momento

Teresa Almeida


3 comentários:

  1. Há cumplicidades assim, abraçadas à lua...
    Excelente poema, gostei imenso.
    Teresa, querida amiga, tem um bom resto de domingo e uma boa semana.
    Beijo.

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  2. Voltei para te ler.
    E reli, mas com muito agrado.
    Teresa, querida amiga, tem um bom fim de semana.
    Beijo.

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  3. a poesia do coração cantada á luz da lua do amor,

    é sempre a mais bela!

    Gostei imenso!

    Beijo

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