O poema só nasce onde quer
Como um pé de fiolho,
é pura emoção selvagem ...

terça-feira, 19 de março de 2013

Pai

Deixo-te um beijo e uma flor
a ternura e a emoção
desta viagem sem tempo

deixo-te a alegria que guardo
de ti em cada momento
e esta segurança em mim

e este olhar raiado de amor
inteiro na minha mão
pai, deixo-te esta flor

e um beijo meu que colhi
no meu passo no teu jardim
nas flores que deixaste para mim

Teresa Almeida

4 comentários:

  1. Um belo jardim que emociona e encanta...

    Muito sublime!!

    Beijos,amiga querida.

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  2. Senti-me Pai... avô...
    Bela Poesia, Amiga, que nos deixa babados de emoção.
    Vindo de Filhos, o prazer é maior.
    Bem aventurados os Pais que tal filha têm.


    Beijos


    SOL

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  3. A prece que a tua boca silencia e o poema anuncia!

    Belo momento emocional, amiga!

    Bjuzz, querida Teresa

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  4. Mesmo que o tempo seja longe
    Perto, bem perto é a ternura.
    E essa, é eterna…

    Um poema enternecedor,

    Beijinhos

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