O poema só nasce onde quer
Como um pé de fiolho,
é pura emoção selvagem ...

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

se me dizes: vem


fico perdida nos ventos e na magia dos sentidos
saio da história e deixo o livro em suspenso
da página levanto o olhar e perco o timbre habitual
desenho o mar imenso nas asas do verso matinal

se me dizes: vem
penetro a melodia desta manhã pardacenta
embarco na poesia desta incauto momento
acredito numa ponte entre todas as margens
e em navios aportando auroras de novas viagens

Teresa Almeida


6 comentários:

  1. Muito bem conseguido! Gosto.
    Saúde para os dois.
    Um abraço.

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  2. Querida Teresa,

    Maravilhoso viajar na tua poética sempre tão bela!!

    Beijinho.

    PS: Sabes amiga, na tua foto transmite: uma bela mulher de

    bem com a vida...

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  3. Se nos dizem "vem", vale apena acreditar (quase sempre...).
    O poema é excelente e a foto foi muito escolhida (não conheço a menina da foto, mas ela é linda... eheheh...).
    Teresa, querida amiga, tem uma boa semana.
    Beijo.

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  4. Querida amiga Teresa, uma semana depois (ou quase), como é meu hábito, venho ler-te (reler-te, desta vez) e desejar-te um bom resto de domingo e uma boa semana.
    Beijo.

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  5. Há um misto de poético e de fantasia em certos poemas teus que me encanta sobremaneira, querida Teresa.
    Versos assim belos como "em navios aportando auroras de novas viagens" serão sempre pontes para todas as mais férteis margens da nossa imaginação.

    Meus parabéns, minha amiga, meu carinho, um beijo.

    André

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  6. Há apelos irresistíveis: sejam o que nos leva a abandonar algo e deixar voar o pensamento em fantasias, seja para escrever sobre o sentir poético. Neste poema, casaste muito bem o(s) chamamento(s)...

    Bjuzz, querida Teresa :)

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