O poema só nasce onde quer
Como um pé de fiolho,
é pura emoção selvagem ...

terça-feira, 17 de junho de 2014

Malmequer


7 comentários:

  1. Como não ficar cativo? Ao centro está mesmo um sol e um olhar que de prolonga em rebentos feitos pétalas...
    Será por acaso que se joga ao bem-me-quer/mal-me-quer?
    Muito poético, querida Teresa.
    Bjuzz :) :)

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  2. O olhar do poeta sempre fica na beleza,liberdade e mistério

    dos dias (vida...)

    Eu fico sempre encantada com a beleza inspirada e

    inspiradora da tua poesia...

    Lindo,lindo,amiga!!

    Beijinhos.

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  3. "... de repente
    o olhar fica cativo
    da liberdade do sol a romper o ventre dos dias
    e da ternura a florir nas tuas mãos".
    E a gente sente
    o quanto quer ou não quer.
    Somos a gente,
    nascida, homem ou mulher,
    Que nas pétalas tiradas
    uma a uma,
    (Bem me quer, mal me quer)
    as sortes são encontradas
    no Amor, magia, mulher...
    Ou não encontra nenhuma.
    Assim se vê o malmequer.


    Beijos


    SOL

    PS: desculpa o abuso na utilização da tua composição

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  4. Minha querida

    E das tuas mãos nasceram flores feitas de palavras. Adorei.

    Estou voltando e quero agradecer o carinho e apoio que me incentivou a continuar.

    Um beijinho com carinho
    Sonhadora

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  5. Um poema tão pequeno e tão rico.
    O sol e a ternura de mãos dadas...
    Belíssimo.
    Bom resto de semana, querida amiga Teresa.
    Beijo.

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