O poema só nasce onde quer
Como um pé de fiolho,
é pura emoção selvagem ...

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Voltaremos

                                                    (Pôr do sol no Planalto Mirandês)


Voltaremos para atear a fogueira
 
Num rastro de fogo que se faz caminho largo e apelativo 
 
Será nossa a noite que semeia estrelas
 
 
 
Voltaremos para ganhar asas
 
Serão nossos todos os abraços poéticos
 
E os céus das mais belas melodias
 
Serão nossas as faúlhas que abrem madrugadas
 
 
 
Voltaremos para atear a fogueira
 
Nas emoções que escaldam as palavras
 
Será nosso um dueto único - em pleno voo
 
Teresa Almeida



7 comentários:

  1. Um belo Poema de Esperança e vontade de voltar.
    As raízes são o elo que nos liga entre o Céu e a Terra.
    O fogo o Amor que tudo une.
    Lindo



    Beijos


    SOL

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  2. É de certezas assim que o amor se constrói.
    Mais um brilhante poema, gostei imenso.
    Um beijo, querida amiga Teresa.

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  3. A amizade é magia sem fronteiras
    que nos une tantas amizades tantos amores,
    num lugar infinito e silencioso,
    palavras, email trocados ,gestos de carinho
    promessa de amizades e de amores eternos.
    Quantas vezes sorrimos ,quantas vezes choramos,
    outras quase morremos de saudades
    sem nunca termos trocado um único olhar.
    Beijos no seu coração.
    Evanir.

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  4. Minha querida

    Por vezes temos que partir, para voltarmos mais fortes e plenas de nós. Lindo sempre ler-te.

    Um beijinho com carinho
    Sonhadora

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  5. Há que voltar a momentos que foram tão especiais, ainda que o tempo nos fuja, em galope desenfreado. Não demores...
    Um poema de promessa feito! Lindo!
    BJO, querida amiga :)

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  6. Um poema que canta a beleza da natureza (vida),

    a melodia do amor refletida nas

    palavras luminosas...

    E volta logo,poetisa!

    Beijinhos,amiga querida.

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