O poema só nasce onde quer
Como um pé de fiolho,
é pura emoção selvagem ...

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Voltaremos

                                                    (Pôr do sol no Planalto Mirandês)


Voltaremos para atear a fogueira
 
Num rastro de fogo que se faz caminho largo e apelativo 
 
Será nossa a noite que semeia estrelas
 
 
 
Voltaremos para ganhar asas
 
Serão nossos todos os abraços poéticos
 
E os céus das mais belas melodias
 
Serão nossas as faúlhas que abrem madrugadas
 
 
 
Voltaremos para atear a fogueira
 
Nas emoções que escaldam as palavras
 
Será nosso um dueto único - em pleno voo
 
Teresa Almeida