O poema só nasce onde quer
Como um pé de fiolho,
é pura emoção selvagem ...

terça-feira, 24 de novembro de 2015

Mesmo sabendo que o voo do verso
era inalcançável, vestia-me com a audácia
 de quem desistiu de pontuar as frases.
Sabia que as despias na frescura das águas
que – febris - se precipitavam.
E era sempre uma cumplicidade faminta

a debulhar-se em trechos de íntima ternura.

Teresa Almeida Subtil

7 comentários:

  1. Para isso servem os versos; para neles colocarmos a inalcançável dimensão do sonho.E devemos ousar tanto!...Sem preocupação de forma rígida, porque quem os sabe ler, sendo escritos ou não, apreenderá o seu sentido.
    Um belo poema de amor, Teresa.
    xx

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  2. Cá estava na minha escarpa
    à sua espera
    Bj

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  3. A frescura das águas tem a beleza do aroma da tua poesia!
    Bjis, Teresa

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  4. Um despontuar no ponto certo.
    Muito bem, Teresa.

    Um beijinho :)

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  5. Um despontuar no ponto certo.
    Muito bem, Teresa.

    Um beijinho :)

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  6. Saber é meio caminho andado...
    Um poema pequeno no tamanho mas enorme na qualidade. Excelente mesmo.
    Teresa, tem um bom resto de semana.
    E um Feliz Natal.
    Beijo.

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  7. Em paisagens como estas, os voos poéticos não têm limite...
    Belíssimo voo!
    Bjo, Teresa :)

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