segunda-feira, 24 de setembro de 2018
sábado, 15 de setembro de 2018
Surreal detalhe
A vida transpira em toda a tela
Nos dedos vagueiam ondas
Na paleta rumorejam cânticos
E múltiplas erupções.
Surreal cada detalhe
Expressão de desalento
Sonho mordido e largado ao vento.
A arte é fogo dos teus olhos
E Setembro um poema sumarento
A desdobrar-se festivo
A cada pranto.
No rosto pinto um desejo
E de espanto
Rejuvenesço.
Teresa Almeida Subtil
Paleta de Alexal - Alejandro Albarrán Garcia
sexta-feira, 31 de agosto de 2018
segunda-feira, 6 de agosto de 2018
terça-feira, 3 de julho de 2018
MULHER-MENINA
Como se me abraçasses à primeira volta
Na cintura da tarde enrubescida
E pura lágrima se desprendesse.
Como se na mão me confiasses
Um astro vivo de emoção.
E se murmurasses
Silenciosa canção matutina
E em cada verso apurasses
Minha intimidade de mulher-menina.
E se de segredos fizesses
Beijos ao vento
Meu voo insustentável
E o azul das águias nos picões do espanto.
E se apenas revelasses
Um jogo no espaço
Infinito rodopio ao som da montanha.
Repasseado e grito. Fonte tremendo.
Miranda querida
Mulher-Menina
Veio de água que meu canto
Estremece.
Estremece.
Teresa Almeida Subtil
https://www.facebook.com/carla.subtilrodrigues/videos/2231240856889991/UzpfSTEwMDAwMDgxNjk4ODM2MjoxNzM4NjY3M
Agradeço à minha filha a surpresa e o carinho deste vídeo.
https://www.facebook.com/carla.subtilrodrigues/videos/2231240856889991/UzpfSTEwMDAwMDgxNjk4ODM2MjoxNzM4NjY3M
Agradeço à minha filha a surpresa e o carinho deste vídeo.
quinta-feira, 28 de junho de 2018
Infinito detalhe
O universo é película de espelho verde
Olhar flutuante de menina
Asa de borboleta. Infinito detalhe.
É rosa que se pronuncia
E vagabundeia a atmosfera do lugar.
É aroma que, ao meio,
Se aprofunda.
É pétala que o verso acende
E no poema sucumbe.
“Gosto de rosas epistolares”
E de saias aos folhos, despidas uma a uma.
Teresa Almeida Subtil
segunda-feira, 18 de junho de 2018
Reino de utopia
Seria o coaxar das rãs ao sol-pôr
A oblíqua cruz desenhada no terreno
Despido. Ou o cheiro a feno?
As pétalas disputavam
O brilho do poeta e a aura do pintor
E o charco absorvia o deleite de fim de tarde.
E havia um poema a macerar a cerejeira.
E a disputa, a arte, o acaso do jogo
E a excitação. O brinde, a celebração.
Ao fino néctar degustado
Vibrava o verde das copas
E os translúcidos corpos evaporados
As rãs entoaram uma nota acima
E o breu abriu os portões da despedida.
E o que nos seduziu?
Terá sido este reino de utopia
Subscrever:
Mensagens (Atom)
-
Palavras Servagens Somos cor e pele, fragas expostas Aos raios de sol e de lua. E pelas geadas reluzimos mocidade. ...
-
Não sei se o fascínio vem do brilho dos solitários com coloridas folhas de parreira se da beleza translúcida da j...
-
Este encanto que tu dizes e as palavras que me cantas quando em Março te levantas e me abraças devagarinho Este feiti...

