O poema só nasce onde quer
Como um pé de fiolho,
é pura emoção selvagem ...

sábado, 7 de setembro de 2013

Deixo-me ficar

Deixo-me ficar
pendurada em doce madrugar
nascido de um romance excessivo
entre o sol e o rio - em noite de luar
debruço-me em picos de luz
esqueço a loucura a dilacerar o tempo
deixo-me ficar
bebo a paz e a magia do momento
sacrário de eterno contentamento.


Teresa Almeida

4 comentários:

  1. Existem momentos que se eternizam

    principalmente com este teu belo sentir poético...

    Sempre bela a tua poesia, amiga!!

    Beijinho, Teresa.

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  2. imagino trago após trago... inebriante instante... o mesmo que me quebra a vontade de partir...

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  3. Olá!!!, Deus te abençoe,amiga amei o poema, o seu blog é maravilhoso continue assim, S-U-C-E-S-S-O
    Já estou te seguindo, aguardo a retribuição.
    Canal de youtube: http://www.youtube.com/NekitaReis
    Fanpage: https://www.facebook.com/pages/Batom-Vermelho/490453494347852?ref=ts&fref=ts
    Blog: http://arrasandonobatomvermelho.blogspot.com.br

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  4. Quando os cenários assim se entranham, só resta vivificá-los em versos de puro lirismo...
    Há madrugadas assim...Precisamente no dia 8, escrevinhei algo sobre a Madrugada :)

    Bjuzz, querida Teresa :)

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