Fuonte de poesie
O Perfume do Verso
BLOGUE BILINGUE (PORTUGUÊS - MIRANDÉS)
segunda-feira, 26 de janeiro de 2026
quarta-feira, 24 de dezembro de 2025
"Caminando por Dezembre."
segunda-feira, 1 de setembro de 2025
BERANO POÉTICO /Festival Arcu Atlánticu
domingo, 9 de março de 2025
A Maria Teresa Horta ( Dia da mulher)
Frio e chuva miúda
Acenos de poesia lavada
Leve e subversiva
Sentimento de alma livre
E magoada.
Brinde à natureza
A abrolhar nas margens do rio
Cálice de lábios vermelhos
É março a explodir à boca das papoilas
Espelho de rebentos intumescidos
Febre de quem partiu ficando
No prazer e no fogo
Dos sentidos
E todas as sedes confluem
Num tempo e num corpo
domingo, 22 de dezembro de 2024
Assopro Debino/ Sopro divino/ Respiro divino
HAVIA UM VÉU MATINAL
TECIDO DE TERNURA
ALVURA
E FERMOSURA
DE NATAL
MIRANDÉS
Assopro debino
De l'anunciaçon al calbário
Hai un rosairo i un deseio
De salbaçon.
Ye la boç de l ouniberso
A ressonar ne l fondo de l ser
I l bientre de la tierra ye sue morada
I busca la streilha que la fazerá mulhier.
I de si rumperá l'ourora
Siempre bendita i chena de grácia
Sparba-se i anuncia-se redentora.
I anquanto nun renacer un mundo
Purificado
Haberá siempre un suonho curceficado
Un bózio i ua tela
De quien ye topado
Pul assopro debino de l'arte.
Ye d'houmanidade i lhibertaçon
L passo, l traço, l fincon
De quien conhece las piedras de l chano.
Teresa Almeida Subtil
........
PORTUGUÊS
Sopro divino
Da anunciação ao Calvário
Há um rosário e um desejo
De salvação.
É a voz do universo
A ecoar no âmago do ser
E o ventre da terra é sua morada
E busca o astro que a fará mulher.
E de si romperá a aurora
Sempre bendita e cheia de graça
Expande-se e anuncia-se redentora.
E enquanto não renascer um mundo
Purificado
Haverá sempre um sonho crucificado
Um brado e uma tela
De quem é tocado
Pelo sopro divino da arte.
É de humanidade e libertação
O passo, o traço, o baluarte
De quem conhece as pedras do chão.
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Teresa Almeida Subtil
quarta-feira, 18 de dezembro de 2024
A NOSSA ANTOLOGIA
Chegou "A Nossa Antologia" - coletânea de poesia da Associação Portuguesa de Poetas 2024.
- O poema nasce
- Semente de meus dedos
- Capricho táctil
- Cenário voluptuoso
- Menina de meus olhos
- A remexer o sentir das horas
- A hortênsia encostada a junho
- Permanece dentro do verão
- A cerejeira dá-se à sede de meus lábios
- Dádiva divina devorada
- Desvairada confissão
- Cabelos livres, entregam-se ao vento
- Sons milenares perpassam-me a pele
- E é de sangue o pulsar das palavras
- Que te dou nesta loucura
- De fim de tarde
- Enche meu regaço de tempo
- Com sabor a ginjas onde julho se perde
- E o saber maduro que procuro
- Vem!
- Teresa Almeida Subtil
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Festival Arcu Atlánticu está em Xixón. Asturies . Le llingües atlántiques tamién tienen el so sitiu nel Arcu. Nesta ocasión los X Alcu...
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Frio e chuva miúda Acenos de poesia lavada Leve e subversiva Sentimento de alma livre E magoada. Brinde à natureza A abr...
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HAVIA UM VÉU MATINAL TECIDO DE TERNURA ALVURA E FERMOSURA DE NATAL Desejo aos meus amigos e ao mundo uma quadra natalícia plena de harmonia....













