sábado, 25 de junho de 2022

RONDA LAS DEGAS/ RONDA DAS ADEGAS

 RONDA LAS DEGAS


Pulas rugas pedies música i dança
Puial, cuntentamiento
I you juro culs pies ne l'aire
Q'a rundar naide se cansa
I quien nun beila por fuora
Beila por drento.

Chégan sbaforidos
Quieren la cultura ancestral
I la dega renace
Cumo streilha culgada ne l cielo
Ye un spácio cultural.

Las paredes fálan de l'antigo
De l persente
I ls bersos son naturales
Cumo l'auga i la sede
Ls quemidos i l bino
Rostro a rostro, piedra a piedra
I l cuorpo afeito al aire
Einamoramiento.

Ai, i l pan!
I la jarrica criada anho a anho
Guosto, chamariç, recordaçon.
La fiesta ye lhaço, proua
Agabon.







RONDA DAS ADEGAS

Pelas ruas pedias música e dança
Poial, contentamento
E eu juro com pés no ar
Que a rondar ninguém se cansa
E quem não baila por fora
Baila por dentro.

Chegam tresmalhados
Privilegiam a cultura ancestral
E a adega renasce
Como estrela pendurada no céu
É um espaço cultural.

As paredes falam do antigo
E do contemporâneo
E os versos são naturais
Como a água e a sede
As comidas, o vinho
E o corpo afeito ao vento
Rosto a rosto, pedra a pedra
Enamoramento.

Ai, e o pão!
E a caneca criada ano após ano
A festa é gosto, chamariz, recordação
Hossana!

Teresa Almeida Subtil


8 comentários:

  1. Dias de Festa num poema bem castiço da tua região.
    Foi um prazer encontrar-te de novo e ler-te.
    Tem um verão ótimo e bem aproveitado.
    Grande abraço, querida amiga.
    ~~~~~~~

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  2. Boa tardinha de sábado, querida Teresa!
    Gostei muito do "quem não baila por fora baila por dentro.
    Grande verdade quando o ritmo é contagiante e a festa se sobressai.
    Costumes culturais nos chamam muito a atenção.
    Tenha um final de semana abençoado!
    Beijinhos

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  3. Ai! Um Enamoramento!
    Festa que é festa terá de ter tudo isso, dança no pé,
    as comidas, o vinho...
    Hossana!
    Feliz por este seu poema, querida Teresa.
    Trouxe-nos esse canto da cultura ancestral, que tanta
    nos falta neste mundo de faz de conta.
    Beijinhos
    Olinda

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  4. A cultura ancestral. Excelente descrição da Festa. Apeteceu participar.
    Tudo de bom para ti, minha Amiga Teresa.
    Uma boa semana.
    Um beijo.

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  5. No conozco este idioma y sin embargo, he podido entenderlo en las dos versiones. Me ha gustado mucho y tiene un sabor auténtico de las fiestas de los pueblos. Quien no baila por fuera, baila por dentro, porque todos participan. Un abrazo de paz y de esperanza en un mundo mejor.

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  6. noite se Agosto. mágicas.
    as festidadees de Verão. és uma "?rivilegiada"

    beijos, querida Poeta

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  7. Que bom, sentir-se o retomar das ancestrais tradições! Imagino que nos últimos dois anos, tudo tenha estado bem mais contido!
    Adorei o poema, que nos remeteu para um espírito de festa e celebração, muito bem complementado com as imagens!
    Aqui deste lado... o mês de Junho, ganhou um pouco da animação de outrora, aqui na vila... mas as noites desagradáveis e muito ventosas, não colaboraram muito, com o retomar das Festas por ocasião do São Pedro... mas... já foi um pequeno regresso... ao antigamente!...
    Grata por mais uma bela partilha, Teresa!
    Um beijinho grande! Bom fim de semana!
    Ana

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