O poema só nasce onde quer
Como um pé de fiolho,
é pura emoção selvagem ...

sábado, 23 de abril de 2011

O riso da minha mãe

O riso da minha mãe

Ouço repicar aleluias
Nos sinos da minha aldeia
Ressuscitam esperanças
De adormecidas paixões
Cheira a Páscoa mãe!
 Folares dourados
Canela, laranja, aguardente
Cordeiro de pasto de arribas
Ruas e casas engalanadas
Mas o que mais brilho tem

É o teu riso mãe!


Teresa Almeida 22.04.11
 

5 comentários:

  1. Um poema de extrema doçura...Tal como a imagem que o acompanha!!!
    Bjuzz, amiga :)

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  2. Hoje é o dia da mãe! Que bom podermos partilhar estas emoções amiga!
    Bjuzz :)

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  3. Mãe

    Adormeço na tua melodia
    As canções outrora de embalar
    São hoje a minha força
    Nos teus braços enrijecidos
    Armas com que me faço à vida

    Adormeço na tua melodia
    De mulher ternura
    De mulher mãe
    Para te homenagear
    Só quero deixar
    A melodia que herdei

    Teresa Almeida 01.05.11

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  4. Mui guapo, rapazica!
    Cumo tu deziste, screbimos a mirar parriba...

    Beisicos

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  5. L'eideia ye mui antressante, mas ye tua Delaidica! Un grande abraço.

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