O poema só nasce onde quer
Como um pé de fiolho,
é pura emoção selvagem ...

domingo, 27 de novembro de 2011

TANGO


Assim, de repente. Os sapatos de prego calcei
e como se ao teu poema eu me abandonasse
entrei no tango
E a beleza dos nossos passos em perfeito enlace
picavam certas as palavras como se eu o cantasse
Afasto-me e rodopio
como se o teu olhar o meu corpo abraçasse


E, como se arrependida eu estivesse
na tua mão segura, aos teus braços voltei
E como se em teus lábios me demorasse
fui deslizando na praça
e num verso sincopado quase me deitei
Como se em Buenos Aires, um fado de saudade,
no tango se dançasse
Teresa Almeida 27 - 11 - 2011

2 comentários:

  1. ...traigo
    sangre
    de
    la
    tarde
    herida
    en
    la
    mano
    y
    una
    vela
    de
    mi
    corazón
    para
    invitarte
    y
    darte
    este
    alma
    que
    viene
    para
    compartir
    contigo
    tu
    bello
    blog
    con
    un
    ramillete
    de
    oro
    y
    claveles
    dentro...


    desde mis
    HORAS ROTAS
    Y AULA DE PAZ


    COMPARTIENDO ILUSION
    TERESA ALMEIDA

    CON saludos de la luna al
    reflejarse en el mar de la
    poesía...




    ESPERO SEAN DE VUESTRO AGRADO EL POST POETIZADO DE HÁLITO DESAYUNO CON DIAMANTES TIFÓN PULP FICTION, ESTALLIDO MAMMA MIA, TOQUE DE CANELA ,STAR WARS,

    José
    Ramón...

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  2. Uma estrela acompanha agora a lua
    nos caminhos gelados do meu planalto.
    Tenho para te receber
    um ramo de flores prateadas
    que num luar de poesia fui colher.


    Li várias vezes a tua maravilhosa entrada no meu blogue.
    Em horas rotas estarei.
    Encantada.

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