O poema só nasce onde quer
Como um pé de fiolho,
é pura emoção selvagem ...

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Pantera Negra



predestinado, vieste lá de longe
na atitude atlética, doce e feroz
de nós fizeste admiradores e poetas
contigo pelo mundo aos pontapés
 
colados ao teu efeito magnético
o ópio do povo voando nos teus pés
e num lance de pantera, sempre novo
maior do que um grande clube tu és
 
do Porto minha alma contida e clubística
rende-te sentida e serena homenagem
és alto, és maior, és poema, és paixão
 
foste loucura, simplicidade, alienação
foste a voz que no mundo explodiu
e ficarás lenda viva - saudade em nós
 
Teresa Almeida

7 comentários:

  1. Estou confuso, sem siso
    Acho tudo isto tão excessivo...

    ResponderEliminar
  2. Lembro-me do Eusébio ainda na Copa de 1966, através de filmes e televisão. Penso tê-lo visto jogar, uma vez. Indubitavelmente, ele foi um jogador de exceção e que deu, com seu talento, uma projeção internacional à Selecção.

    Oportuno e lúcido, teu soneto, Teresa, é uma bela homenagem ao Eusébio, um soneto em que sentimento poético e História nada ficam a dever entre si.

    Meus aplausos, minha boa amiga, por tão belo texto.

    Um carinhoso abraço,

    André

    ResponderEliminar
  3. Bela homenagem, a pantera negra brilhou na tua poesia...

    Sempre belo o teu sentir e sempre encantador ler-te,amiga!!

    Beijinho.

    ResponderEliminar
  4. Teresa, Querida

    Homenagem sentimental de simpatizante e admiradora. Gostei do teu Poema porque transmite, claramente, um sentir.


    Beijos



    SOL

    ResponderEliminar
  5. Uma bela homenagem feita poema.
    Gostei muito.
    Teresa, minha querida amiga, tem um bom resto de semana.
    Beijo.

    ResponderEliminar
  6. Fiquei a gostar um pouco mais de futebol, só pelo sentir que manifestas na homenagem a um homem de outros tempos!

    Bjuzz, querida amiga :)

    ResponderEliminar