quarta-feira, 25 de abril de 2012
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Palavras Servagens Somos cor e pele, fragas expostas Aos raios de sol e de lua. E pelas geadas reluzimos mocidade. ...
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A geada roubou lírios à janela. E as magnólias brancas e perfumadas São agora escuras taças Desabitadas. Na lagoa nad...
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Ao virar a página Um campo de girassóis! E mil sóis a dançarem a valsa da vida E minha saia amarela e teus olhos em fog...

Nunca ninguém de juízo esquecerá este dia..e á tão pouco juízo estes dias..bj querida amiga.
ResponderEliminarQuim, "é o dia inicial, inteiro e limpo" que habitará em nós!
ResponderEliminarBeijinhos querido amigo.
25 de Abril sempre, no que concerne à semântica da palavra LIBERDADE...
ResponderEliminarContudo, muitas das ações adjacentes à revolução continuam por cumprir e outras estão agravadas.
Bjuzz, amiga
Querida amiga,
ResponderEliminarEsta poesia cristalina de Sofia sempre me acompanhou!
Que um cravo vermelho seja sempre um sinal de liberdade!
Compete-nos encontrar a maneira de lhe avivar a cor.
Bjuzz