"Caminando por Dezembre."
CONSOADA
No ar de Geneve a Madrid
Novo comboio a Valladolid
Já na Ibéria apetece escrever
Pela madrugada
Há estrelas a regurgitar
Nos olhos dos avós
Lábios de papoilas
A reçumar palavras
Palavras cálidas como rabanadas
Vindas da antiga e amada casa
Vinho fino de Freixo de Espada
à Cinta
Copinhos de Quintanilha
Coisa de nada
Vem de longe
Uma linguagem de afetos
Que hoje à lareira
Explode num poema
De consoada
Teresa Almeida Subtil
Que Consoada mais rica, querida Teresa!
ResponderEliminarComo sempre adoro ler, saborear, as suas palavras
que sabem a afecto e a casa.
Uma linguagem de amor que nos junta à roda da
mesa e nos dá alento.
Que tenha passado a Noite e o Dia de Natal junto
aos seus e com alegria.
Beijinhos
Olinda
A consoada em família, em amor, em conforto. Belíssimo, minha Amiga Teresa.
ResponderEliminarQue o ano de 2026 te traga tudo o que desejas.
Um beijo.