O poema só nasce onde quer
Como um pé de fiolho,
é pura emoção selvagem ...

sábado, 30 de junho de 2012

Momento fugaz

A emoção desce num raio de luz
e rasga o mar em golpes troteados.
É o amor que se veste de gaivota
e as nuvens se descobrem
em tons e contornos de paixão.
O mar relincha num corcel de delírios
e espuma na febre da exaltação;
gaivotas bailam em clarões de melodia
e cavalos esvoaçam ao sabor da maresia.
Das nuvens correm rios de luz
e tudo é vida ora presa ora solta.
Hesitante é o tempo
entre a serenidade e a revolta.

Teresa Almeida

6 comentários:

  1. adorei o seu blog (: * sigo


    http://tryinghard-to-forgetyou.blogspot.pt/ segues o meu :$ ?

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  2. Gostei do teu poema.
    Uma exaltação de mar, cavalos, gaivotas, relinchos, delírios e outras coisas mais.
    Teresa, minha muito querida amiga, tem um bom fim de semana.
    Beijo.

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  3. Querida Teresa,

    A tua poesia sempre evoca a emoção, a música do sentir, com

    belas imagens poéticas num ritmo de sonho dançante...

    Foi assim, que senti esse teu belo poema:

    "Das nuvens correm rios de luz
    e tudo é vida ora presa ora solta."

    Adoro ler-te, amiga!!

    Beijo.

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  4. Bom dia Nilson.
    Gosto de me descobrir nos teus comentários.
    bem hajas.

    Beijo.

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  5. Amiga Suzete,
    sabes que quando escreves acrescentas emoção e melodia aos meus escritos.

    Bem hajas.

    Xi coração.

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