O poema só nasce onde quer
Como um pé de fiolho,
é pura emoção selvagem ...

sexta-feira, 28 de junho de 2013

hoje apetece-me cantar


fiquei demorando o olhar
para perceber o que se está a passar

Duce ou Dulcineia tanto faz
não rasgues os teus versos querida
não faças chorar a alma da gente
o verso é a própria vida

hoje apetece-me cantar
como o rouxinol na noite perdida
por ti vou cantar baixinho
gemer de amor e saudade
soltar rimas em liberdade

e nos versos tristes de Florbela
deixar sonhar D. Quixote

perseguir moinhos de vento
com ousadia
a galope

Teresa Almeida

1 comentário:

  1. E fizeste muito bem...Assim nasceu o canto do poema...

    Bjoss "esgrimidos" com ternura :)

    ResponderEliminar