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Un filo d’amor Un cheirico a poesie cortaba l friu de l aire i calcie l siléncio de l’aldé. A la hora terminada, l sonido...
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Por cada estrela Que me bate no peito Por cada sorriso Que me alimenta Por cada traço que me adivinha Pelo sentimento Que me s...
Como não ficar cativo? Ao centro está mesmo um sol e um olhar que de prolonga em rebentos feitos pétalas...
ResponderEliminarSerá por acaso que se joga ao bem-me-quer/mal-me-quer?
Muito poético, querida Teresa.
Bjuzz :) :)
Uma flor
ResponderEliminarsíntese do contraditório
O olhar do poeta sempre fica na beleza,liberdade e mistério
ResponderEliminardos dias (vida...)
Eu fico sempre encantada com a beleza inspirada e
inspiradora da tua poesia...
Lindo,lindo,amiga!!
Beijinhos.
"... de repente
ResponderEliminaro olhar fica cativo
da liberdade do sol a romper o ventre dos dias
e da ternura a florir nas tuas mãos".
E a gente sente
o quanto quer ou não quer.
Somos a gente,
nascida, homem ou mulher,
Que nas pétalas tiradas
uma a uma,
(Bem me quer, mal me quer)
as sortes são encontradas
no Amor, magia, mulher...
Ou não encontra nenhuma.
Assim se vê o malmequer.
Beijos
SOL
PS: desculpa o abuso na utilização da tua composição
Minha querida
ResponderEliminarE das tuas mãos nasceram flores feitas de palavras. Adorei.
Estou voltando e quero agradecer o carinho e apoio que me incentivou a continuar.
Um beijinho com carinho
Sonhadora
Um poema tão pequeno e tão rico.
ResponderEliminarO sol e a ternura de mãos dadas...
Belíssimo.
Bom resto de semana, querida amiga Teresa.
Beijo.
Belo!
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