AURORA BOREAL
SVALBARD GLOBAL SEED VAUL ÁRTICOA la punta de riba
de l planetacula niebe antalisgada
abriu-se la nuite
I fuste chamada.
Fizo-te
la purmeira streilha
que streilhas nun habie.
L tiempo scapaba
na palabra que salie
doce i caliente
de la niebe frie
I zoustinada.
Entre sabores
a foca, baleia, rena
bino tinto,
benírun ls diuses
de la fin de l mundo.
Al azul de l'Ártico
chubimos.
i cun que proua
te fizo mie!
chubimos.
i cun que proua
te fizo mie!
Cumo se fura
l amprencípio
de todo.
Teresa Almeida Subtil
20.02.2026
.................
A Norte a língua mirandesa
Na ponta de cima
do planeta
com a neve embrenhada
que estrelas não havia.
O tempo escapava
na palava que saía
na palava que saía
doce e quente
na neve fria
e desnorteada.
Entre sabores
a foca, baleia, rena,
vinho tinto,
vieram os deuses
do fim do mundo.
Ao azul do Ártico
subimos.
E com que orgulho
te fiz minha!
na neve fria
e desnorteada.
Entre sabores
a foca, baleia, rena,
vinho tinto,
vieram os deuses
do fim do mundo.
Ao azul do Ártico
subimos.
E com que orgulho
te fiz minha!
Como se fora
o princípio de tudo.
o princípio de tudo.
Olá amiga Teresa 🌼
ResponderEliminarUma viagem pelo frio do ártico, num encontro com os deuses do fim do mundo, e que rendeu um excelente poema bilingue.
Gostei muito, mesmo muito do teu poema.
Boa semana a e uma feliz primavera.
Beijos.
"Como se fora o princípio de tudo". O ártico: o lugar onde não se ousa fazer do coração um lugar de conflito.
ResponderEliminarUma Pascoa muito abençoada com amor, saúde e paz.
Um beijo, minha Amiga Teresa
Querida Teresa
ResponderEliminarQue poema lindo! Dá vontade de mergulharmos nesse
mundo frio e inóspito para nos inspirarmos de belas
palavras.
A aurora boreal, lindo, um mistério. Penso que
nunca conseguiremos desvendar tudo sobre o nosso
globo.
Que tenha passado uma bela Páscoa, amiga.
Beijinhos
Olinda